"Era uma vez uma garotinha chamada 'De Uma Alma Para O Mundo'(entenda como um pseudônimo), pequena, introspectiva, porém, cheia de sonhos desde sua tenra idade. Dentre os sonhos, a clássica frase 'quando eu crescer eu quero ser...', que na infância sempre cabem muitas opções. Um dos principais complementos dessa frase, e que ela certamente se recorda foi de que um dia seria artista plástica, ideia fruto de um tímido dom de desenhar, despertado desde cedo. Os anos foram se passando e esse sonho mudou para design de moda - isso no auge de sua pré-adolescência - por conta do seu gosto de desenhar manequins e inventar roupas. A garota foi sonhando tão alto, tão alto... Mas logo a vida - mais conhecida como "a realidade" - trouxe seus pés de volta ao chão. Trouxe talvez de forma amarga, apagando-lhe a esperança de acreditar na sua própria capacidade, ou até mesmo matando seus sonhos. Não se sabe ao certo o que exatamente a fez desistir de seus sonhos. Os pais dela nunca tiveram as melhores condições do mundo - daquelas que sobram bastante dinheiro no final do mês - mas eles sempre batalharam para dar o melhor que podiam para a família e nunca lhes deixou faltar nada, mesmo em meio a tantas dificuldades.
Certo tempo depois, já em seu Ensino Médio, momento em que os jovens já começam a se preocupar mais intensamente na escolha que irão fazer (carreira a seguir), ela começou a se questionar o que ela poderia fazer. Nesse período, ela notou que tinha um certo apresso - até um ímã - por ajudar seus amigos em questões psíquicas, dar conselhos ou simplesmente só ouvir e decidiu que queria fazer psicologia.
A reta final chegou - terceiro ano - e a escolha precisava ser feita e para faculdade pública ela tinha duas chances: ENEM e o vestibular tradicional. Porém, no vestibular tradicional não havia o curso que ela desejava, resolveu tentar mesmo assim, mas para algum da instituição. Porém tinha muitas dúvidas a esse respeito, até que finalmente decidiu que seria arquitetura (apesar dela não sabe praticamente nada do que se tratava). Os testes passaram e o primeiro resultado veio: não deu (ENEM). No entanto, para a primeira alegria, passou na primeira etapa do tradicional. Fez a segunda e para a sua surpresa: positivo! Ela não conseguia acreditar, pois não havia estudado tanto quanto necessário. Enquanto isso, a fagulha de sonho com a psicologia que havia despertado ia sendo deixada de lado, na espera... Mas resolveu encarar, se a oportunidade veio, ela não queria deixar passar.
Logo ela começou e no primeiro período tudo foi encantos, tudo era novo e fascinante e ela foi vivendo aquilo de forma natural e paciente. Os primeiros desafios foram aparecendo e ela seguia em frente. Mas o tempo foi passando e ela não conseguia se encaixar, por mais que algumas coisas na arquitetura lhe trouxesse admiração, ela não se via naquela história, tinha uma necessidade imensa de se encontrar, talvez fosse cedo pra isso então ela esperava... E esperava... Até que dois anos se passaram e ela acompanhava o progresso de seus colegas de turma e se via muito distante deles, meio perdida, e aquilo ia se tornando cansativo, cansativo... Que seus dias foram se tornando tristes, sem cores... Até que um dia ela resolveu parar de se enganar e enganar aos outros. Decidiu abandonar. Mas precisava fazer o quanto antes. E fez..."
Porque afinal, o que é alguém que não tem sonhos, que não luta por eles? A vida fica sem brilho, sem graça nenhuma, sem forças... "Desistir" nesse momento, deixou de ser uma escolha para ser uma libertação, a tão esperada "carta de alforria".
E agora? Agora é correr atrás e batalhar. As dificuldades vão existir, mas "que importa o mal que te atormenta, se o sonho te contenta e pode se realizar" (trecho da música da Cinderela).
"Não deixe de sonhar, basta enfim acreditar" - Fátima Souza
Certo tempo depois, já em seu Ensino Médio, momento em que os jovens já começam a se preocupar mais intensamente na escolha que irão fazer (carreira a seguir), ela começou a se questionar o que ela poderia fazer. Nesse período, ela notou que tinha um certo apresso - até um ímã - por ajudar seus amigos em questões psíquicas, dar conselhos ou simplesmente só ouvir e decidiu que queria fazer psicologia.
A reta final chegou - terceiro ano - e a escolha precisava ser feita e para faculdade pública ela tinha duas chances: ENEM e o vestibular tradicional. Porém, no vestibular tradicional não havia o curso que ela desejava, resolveu tentar mesmo assim, mas para algum da instituição. Porém tinha muitas dúvidas a esse respeito, até que finalmente decidiu que seria arquitetura (apesar dela não sabe praticamente nada do que se tratava). Os testes passaram e o primeiro resultado veio: não deu (ENEM). No entanto, para a primeira alegria, passou na primeira etapa do tradicional. Fez a segunda e para a sua surpresa: positivo! Ela não conseguia acreditar, pois não havia estudado tanto quanto necessário. Enquanto isso, a fagulha de sonho com a psicologia que havia despertado ia sendo deixada de lado, na espera... Mas resolveu encarar, se a oportunidade veio, ela não queria deixar passar.
Logo ela começou e no primeiro período tudo foi encantos, tudo era novo e fascinante e ela foi vivendo aquilo de forma natural e paciente. Os primeiros desafios foram aparecendo e ela seguia em frente. Mas o tempo foi passando e ela não conseguia se encaixar, por mais que algumas coisas na arquitetura lhe trouxesse admiração, ela não se via naquela história, tinha uma necessidade imensa de se encontrar, talvez fosse cedo pra isso então ela esperava... E esperava... Até que dois anos se passaram e ela acompanhava o progresso de seus colegas de turma e se via muito distante deles, meio perdida, e aquilo ia se tornando cansativo, cansativo... Que seus dias foram se tornando tristes, sem cores... Até que um dia ela resolveu parar de se enganar e enganar aos outros. Decidiu abandonar. Mas precisava fazer o quanto antes. E fez..."
Porque afinal, o que é alguém que não tem sonhos, que não luta por eles? A vida fica sem brilho, sem graça nenhuma, sem forças... "Desistir" nesse momento, deixou de ser uma escolha para ser uma libertação, a tão esperada "carta de alforria".
E agora? Agora é correr atrás e batalhar. As dificuldades vão existir, mas "que importa o mal que te atormenta, se o sonho te contenta e pode se realizar" (trecho da música da Cinderela).
"Não deixe de sonhar, basta enfim acreditar" - Fátima Souza
"Tudo que é teu está no coração de Deus". Ore, espere e confie. Tome posse da sua vitória pois ela está a caminho.
ResponderExcluir"Tudo que é teu está no coração de Deus". Ore, espere e confie. Tome posse da sua vitória pois ela está a caminho.
ResponderExcluirVai na fé!
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